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WELT KOMPAKT? Last days

WELT KOMPAKT?

The exhibition, curated by Ursula Maria Probst, was nominated as Nr. 1 best exhibition in Vienna. More than 16.500 people had visited it. It features my piece Multitude (Favela da Maré, 2013), with about 50 participantes in a life size projection. It was shot for the exhibition Travessias in Rio de Janeiro, after a workshop at Observatório de Favelas, in the Mare complex. While screened in Vienna it promotes a sort of shift in its meaning, considering its reception by the public in the Museumsquartier, formed mainly by european tourists.

See Welt Kompakt info at Museumsquartier website here

Artists:
Lucas Bambozzi* (BRA), Fabiane M. Borges* (BRA), Marie Carangi* (BRA), Libidiunga Cardoso (BRA), Simone Carneiro (AUT/BRA), Pêdra Costa (BRA), Kadija de Paula & Chico Togni* (CAN/BRA), Giovanna Graziosi Casimiro** (BRA), Miss G (a.k.a. Giorgia Conceição) (BRA), Silvio De Camillis Borges* (BRA), Caetano Carvalho* (BRA), Maya Dikstein* (BRA/ISR), Ines Doujak (AUT), Fabiana Faleiros* (BRA), Female Obsession (GBR), Anna Jermolaewa (RUS), Jaime Lauriano (BRA)*, Daniel Lie* (BRA), Roberta Lima (BRA/AUT), MARSSARES* (BRA), Christian Kosmas Mayer (GER), Thais Medeiros* (BRA), Denise Palmieri (BRA), Dudu Quintanilha* (BRA), Camilla Rocha Campos* (BRA), Luiz Roque* (BRA), Juliana dos Santos (BRA), Axel Stockburger (GER), Giseli Vasconcelos* (BRA), Antoinette Zwirchmayr (AUT)

*Artists-in-Residence Q21/MQ

Curator: Ursula Maria Probst

trabalho de Axel Stockburger
trabalho de Jaime Lauriano
trabalho de Giovana Graziosi
trabalho de Lucas Bambozzi

 

ÚLTIMO SUSSURRO

A série de trabalhos Último sussurro (2017) aborda sistemas de comunicação anacrônicos e distópicos, permeados por tecnologias disruptivas e em obsolescência prematura. São poéticas possíveis que rompem com a lógica da inovação, apontando dissonâncias em meio à cultura da mediação. Em diálogo com a série estão trabalhos recentes em vídeo, como Redemoinho e Queda, ambos também de 2017, exibidos em um painel com telas LCD de diversos tamanhos e que, ao retratar situações de tormenta e leveza, sugerem formas de apaziguar as ansiedades associadas à velocidade da informação ao nosso redor.

 

O Último Sussurro são falas que desaparecem, que se tornam obsoletas mas que falam também da velocidade da informação ao nosso redor e a necessidade de percebermos as ideologias implicadas nos meios de comunicação e nas tecnologias nesse momento.

 Série Último Sussurro (2017)

 

 

ULTIMO SUSSURRO foi apresentado como um SOLO PROJECT durante a SP ARTE 2017 através da Galeria Emma Thomas, com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas, de 06 a 09 de abril.

 

 

    

> veja mais na página do projeto

ISEA2010 RUHR Exhibition

Mobile Crash is being on exhibition at ISEA 2010, the 16th International Symposium on Electronic Arts. This year it happens in Dortmund, Ruhr, in Germany

Fri 20 August–Sat 5 September 2010

More than thirty international artists and artist groups urge visitors to the exhibition into new perspectives on environmental issues, questions of identity and discussions about the ever-present social-media. What does a human hair sound like? Which sight will capture your imagination? Who sets the rules in the digital world?

The ISEA2010 RUHR presents outstanding contemporary works of international media art and the current position of artistic entanglements with science and technology. It offers an overview of the most pressing issues and topics in media art.

With works by: Siegrun Appelt (at)Lucas Bambozzi (br)Aram Bartholl (de)BCL (at/jp)Natalie Bewernitz & Marek Goldowski (de)Daniel Bisig (ch) & Tatsuo Unemi (jp)Juliana Borinski (br/de),Martin John Callanan (gb)Işıl Eğrikavuk (tk)Verena Friedrich (de)Terike Haapoja (fi)Aernoudt Jacobs (be)Márton András Juhász & Gergely Kovács & Melinda Matúz & Barbara Sterk (hu)Yunchul Kim (kr)Thomas Köner (de)Mariana Manhães (br)Soichiro Mihara & Kazuki Saita & Hiroko Mugibayashi (jp)Krists Pudzens (lv)Christopher Salter (qc/ca)Bill Seaman (us)Sašo Sedlaček (si),Mark Shepard (us)Charles Stankievech (qc/ca)Vladimir Todorovic (rs/sg)Bruno Vianna (br)Ei Wada (jp)Herwig Weiser (at)You Must Relax (ee)Norah Zuniga Shaw (us)

Most of the works are presented in the Dortmund Museum for Art and Cultural History. The works engage with topical themes such as climate change and the deconstruction of identity concepts.

A particular focus on new productions from Brazil is presented as part of the Latin American Forum produced jointly with the Sergio Motta Institute. The works by Lucas Bambozzi, Mariana Manhães and Bruno Vianna were selected by the institute’s artistic director Giselle Beiguelman.

Mobile Crash recebe Menção Honrosa no Ars Eletronica

A instalação interativa Mobile Crash recebe Menção Honrosa no evento mais importante do mundo dedicado às chamadas novas mídias. Sediado em Linz, na Áustria o Ars Eletronica distribui prêmios e distinções anuais.

Mobile Crash ainda não foi apresentado no Brasil, mas apenas na exposição Geografias Celulares, em suas edições na Argentina e Peru.

Receber esta distinção é mesmo um incentivo a continuar produzindo instalações dessa natureza, que exigem ajustes e cuidados bastante complexos na sua montagem, algo nem sempre bem visto pelas instituições ou espaços expositivos que se dispõem a abrigar projetos envolvendo interatividade. Mobile Crash foi desenvolvido com a ajuda de Ricardo Palimieri, Roger Sodré, Paloma Oliveira e Lucas Gervilla, emprega software livre (Ubuntu, Pure Data, e openFrameworks) e é uma sistema robusto: em seus 3 meses de exibição na Argentina e quase 4 em Lima, não houve notícia de problemas técnicos ou definciência no funcionamento.

O ambiente criado pelas 4 projeções em grande escala, pelo detector de vetores e pelos ruídos disparados a partir das interações cria um conjunto envolvente, que incita uma participação ‘aditiva’ que tem se mostrado catártica e ao mesmo tempo aponta para um pensamento mais crítico com relação ao consumo e à obsolescência de aparatos tecnológicos nos dias de hoje.

Enquanto o projeto não é mostrado por aqui, vamos preparando sua exibição em pelo menos duas exposições na Europa neste ano: no ISEA na Alemanha e em mostra justo ao próprio Ars Eletronica.

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Veja a lista dos demais premiados no Ars Eletronica aqui:

Mais informações sobreo  Mobile Crash nos seguintes links, a partir deste blog:

Descrição do projeto, vídeos e ficha técnica:

http://lucasbambozzi.net/projetosprojects/mobile-crash/

http://vimeo.com/10054233

http://vimeo.com/10053739

Geografias Celulares no Peru

http://lucasbambozzi.net/2010/02/27/mobile-crash-em-lima-peru/

Artigos na imprensa entre Argentina e Peru

http://lucasbambozzi.net/2009/11/22/los-mapas-del-futuro-desde-argentina/

http://elcomercio.pe/noticia/462399/se-puede-hacer-arte-celular

http://centro.fundaciontelefonica.org.pe/geo_celulares_intro.htm

Comentário de Lorea Iglesias @ Mobile Art blog

http://artismobile.wordpress.com/2010/05/23/mobile-crash-creacion-destructiva/

Kinotrem na Galeria Expandida

A exposição Galeria Expandida, que abre nessa segunda-feira dia 05 na Luciana Brito Galeria aborda projetos na área de confluência entre comunicação e arte. Inspirado em grande parte pelo percurso do artista Waldemar Cordeiro, coloca o foco em nomes como Regina Silveira, Ricardo Basbaum, Gilberto Prado, Fabiana de Barros – e eu entre eles.

A exposição coloca em destaque também um projeto do qual fiz parte junto com uma grande turma de artistas. Realmente, revendo a ficha técnica do projeto fico impressionado como reunimos pessoas tão incríveis.

Falo do circuito de ações formado pelo Kinotrem, realizado em 1997 junto ao Arte/Cidade 3 e o fato é que depois de tanta discussão em torno dos artecidades, o projeto Kinotrem não foi devidamente documentado ou sequer lembrado em suas características.

Não houveram recursos por parte da exposição Galeria Expandida para reunir novamente a equipe e buscarmos juntos uma forma ideal de re-apresentação do projeto num formato póstumo. Em uma vertente mais histórica e outra mais contemporânea (faço parte de ambas), a curadoria optou por uma forma bem simples de expor o projeto, em uma espécie de videoteca onde constam as cerca de 190 fitas VHS que restaram. Ali estão as “materias assinadas” feitas pelo público, as transmissões ao vivo dos bairros do entorno do Arte/Cidade e os programas gravados em meses de pesquisa que antecederam a execução do projeto (realizadas por Patricia Trevelyan, Edu Abad e João Cláudio de Sena, que estiveram no processo até o fim).

Quem for na galeria vai entender o formato mais como um resgate conceitual do projeto do que uma documentação compatível com os esforços demandados na época. O kinotrem era uma proposta intrincada, que foi se modificando à medida em que entravam e saíam colaboradores, mentores e participantes. Inicialmente proposto a Eliane Caffé e a mim, convidamos também Renato Barbieri, que não permaneceu até o início dos trabalhos, principalmente por ter se mudado de São Paulo. Houveram desdobramentos conduzidos por outras equipes, como o desenho externo dos trens, concebido por Ricardo Ribenboim. Refiro-me ao ‘nosso’ projeto como um circuito de reverberação cobrindo com diferentes recursos e tecnologias, a região que se estendia da Luz até a Barra Funda, ponto final do trem que levava os visitantes aos espaços expositivos.

Essa estrutura foi denominada por nós como o Circuito kinotrem, composta por três componentes: Percurso, o interior do trem do Arte/Cidade; Malha/Rede, uma instalação formada por vários monitores e projeções, com imagens ao vivo e pré-gravadas controladas por um VJ; Unidade Móvel, que permitia uma comunicação em tempo real entre vários bairros.

Este último componente, logo apelidado de ‘kinokombi’ foi o que menos visibilidade teve entre o público freqüentador do Arte/Cidade. A ‘kinokombi’ ficava de fato na rua, e transmitia imagens em tempo real em link duplo, de ida e volta, com a mediação sempre bem humorada feita pela Lucila Meirelles e pelo Pedrão Guimarães. Essa conectividade aberta e democrática acontecia graças a um link/antena de transmissão e recepção instalada no alto de uma das altas chaminés das antigas Fábricas Matarazzo (hoje Casa das Caldeiras)e outro kit igual transportado pela ‘kinokombi’ (como fazem as TVs comerciais mas nunca com essa via de mão dupla). Ou seja, de onde a a equipe da ‘kinokombi’  avistava a chaminé, podia haver transmissão. E assim acontecia, no improviso e buscando evidenciar os contrastes que haviam entre os universos conectados (os artistas e frequentadores dos espaços do Arte/Cidade e a vida muitas vezes desprovida de qualquer glamour dos habitantes da Freguesia do Ó, Barra Funda, Campos Elíseos, Lapa, Bom Retiro e Luz).

A central de exibição, localizada nas Fábricas Matarazzo, guardadas as proporções e a pouca potência dos projetores na época, era uma espécie de espaço multitelas, uma instalação formada por projeções de slides elaborados finamente pela artista Lucia Koch (diretora de arte do kinotrem e também uma das mentoras dos caminhos estéticos do projeto) e com manipulação e mixagem ao vivo (sim, VJ naquela época, bem antes dessa prática se afirmar como categoria de trabalho) conduzida diariamente pelo cineasta Jefferson De.

Lili Caffé foi uma companheira incansável nesse projeto, ajudando a convencer os irmãos Fabiano e Caio Gullane (hoje Gullane Filmes) a encabeçarem a produção e direção geral da empreitada (não apenas executiva mas também criativa – estão ali os vídeos dirigidos pelo Fabiano nessa sua fase de diretor). Uma complexa logística de funcionamento do circuito foi coordenada pelos produtores Rui Pires e Andre Montenegro. Isso envolvia a circulação dos carrinhos de videoarte ‘a la carte’ dentro dos trens, o carregamento diário das pesadas baterias que alimentavam videocassetes e TV’s de 20 polegadas, o empréstimo das câmeras para os visitantes (o interessado em registrar seu percurso deixava sua carteira de identidade e saía com uma câmera já com a fita VHS preparada, com duração pré-definida e no ponto certo).

Nos ajudou muito ainda, sempre me lembro, o Jurandir Muller.

O ano de 1997 foi extremamente intenso. Ali, ao menos para mim, se iniciou uma nova perspectiva em comunicação e arte, desde então, ambas sempre em estreito dialogo com a realidade social que nos rodeia.

  • Enfim, essa é uma das histórias que a exposição resgata. E quem for na Luciana Brito Galeria até 17/04 ainda vai poder ver minha individual Presenças Insustentáveis, que vem sendo extremamente elogiada.

Info: http://www.lucasbambozzi.net

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Kinotrem (1996-1997)

Memória do circuito bidirecional de emissão e recepção de vídeo em tempo real entre os bairros Bom Retiro, Água Branca, Freguesia do Ó, Barra Funda, Luz e Lapa.

Material disponível: cerca de 190 fitas VHS com imagens das transmissões ao vivo ao longo de 14 dias entre a unidade móvel (Kinokombi) e o circuito de exibição controlado por VJ, formado por monitores e projeções nas Indústrias Matarazzo durante o Arte/Cidade III.

ficha técnica:

Concepção original do projeto

Lucas Bambozzi, Eliane Caffé, Fabiano Gullane e Renato Barbieri

Coordenação geral

Lucas Bambozzi

Direção

Eliane Caffé

Fabiano Gullane

Lucas Bambozzi

Direção dos vídeos

Fabiano Gullane

Coordenação de produção

Caio Gullane

Direção de Arte

Lucia Koch

Corte e edição em tempo real

Jefferson De

Intervenções e mediações

Lucila Meirelles

Pedro Guimarães

Produção

André Montenegro

Rui Pires

Pesquisa Histórica

Patricia Trevelyan

João Cláudio de Sena

Pesquisa e Assistência de Direção

Patricia Trevelyan

Eduardo Abad

Realização

Diphusa Mídia Ditial e Arte

SESC

Arte/Cidade

Exposição Galeria Expandida

Curadoria Cristine Mello

Analivia Cordeiro, Ana Paula Lobo, Bruno Faria, Claudio Bueno, Denise Agassi,

Esqueleto Coletivo, Fabiana de Barros, Gilbertto Prado, Lucas Bambozzi,

Regina Silveira, Ricardo Basbaum e Paula Garcia.

Abertura: segunda-feira, dia 05/04/10 às 19h30.

De 5 à 17 de abril de 2010.

Terça a sexta-feira, das 10h às 19h, sábados, das 11h às 17h.

Entrada gratuita.

Luciana Brito Galeria

Rua Gomes de Carvalho, 842, Vila Olímpia, São Paulo, Brasil.

http://www. lucianabritogaleria.com.br/

Mobile Crash – working great in Buenos Aires!

The set up of the installation Mobile Crash! was finished today. It uses a new interface specially developed for the work, which is really intuitive: one would just point to one of the four big screens to make it respond by triggering a sequence of videos. The images, edited in a rhythmic and increasingly noisier sequence (up to 12 levels) show technologic devices, mainly mobile phones, being smashed by a hammer.

LogoGeagrafias

Curador Invitado: Marcus Bastos

Obras de: Lucas Bambozzi, Giselle Beiguelman y Maurício Fleury, Lea van Steen y Raquel Kogan, Rachel Rosalen y Rafael Marchetti, Nacho Duran.

The tracking screen and the installation on the background

a display on the entrance shows the tracking system

SNC00598

the equipment used for the installation: a quad-core Ubuntu Linux box, with 4 Nvidia video cards.

technical sheet:

crash mobile_desenho

Mobile Crash:

conceived by: Lucas Bambozzi

assistance: Paloma Oliveira

technological development: Ricardo Palmieri

tracking system: Roger S.

images: Lucas Bambozzi and Lucas Gervilla

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more info about Mobile Crash here!

RE:akt! at Škuc Galerija: new work by lucas bambozzi

RE:akt!

Reconstruction, Re-enactment, Re-reporting 

curated by: Domenico Quaranta

www.reakt.org

 

Galerija Škuc

Stari trg 21, Ljubljana, Slovenia

25 March – 17 April 2009 

 

Featured artists:  Lucas Bambozzi, Vaginal Davis, Janez Janša, Janez Janša, Janez Janša, Eva and Franco Mattes (aka 0100101110101101.ORG), SilentCell Network (Mare Bulc, Janez Janša, Bojana Kunst, Igor Štromajer)

 

Galerija Škuc is proud to announce “RE:akt! Reconstruction, Re-enactment, Re-reporting”, the exhibition of the works realized in the last three years within the platform “RE:akt!” produced by the Slovenian cultural institution Aksioma.

 

Production: 

Aksioma – Institute for Contemporary Art, Ljubljana 

www.aksioma.org

 

Galerija Škuc

http://www.galerija.skuc-drustvo.si/


Found footage:

 

 


 

Inclusiva.net

3rd Inclusiva-net meeting: NET.ART (SECOND EPOCH). The Evolution of Artistic Creation in the Net-system

place: Centro Cultural de España en Buenos Aires

inclusiva:net: live streaming

The third meeting of the Inclusiva-net plattform, takes place on March 2 through 6, 2009, at the Centro Cultural de España (Cultural Centre of Spain) in Buenos Aires (Paraná 1159). It comprises a set of seminars, a series of communications chosen from a public call for proposals, and debate sessions, aiming to develop an analysis of the current situation of artistic practices on the Web from various theoretical and critical perspectives.

The encounter is directed by Juan Martin Prada. With the participation of  Josephine BosmaSteve DietzGustavo RomanoBrian Mackern, Arcángel Constantini, Lucas BambozziDaniel García Andújar, Franz Thalmair (cont3xt.net)Marisa Olson, Michael Mandiberg, Guadalupe Aguiar MasuelliLila PagolaCurt Cloninger and Patricia Gouveia.

> See selected papers
> Seminar Program
> Sign up for the discussion group

March 2 through 6, 2009

Venue: Centro Cultural de España en Buenos Aires [Paraná 1159, Buenos Aires]

Organized by Medialab-Prado and the Centro Cultural de España (Cultural Centre of Spain) in Buenos Aires.

Statement (the organizers)

This third meeting of the Inclusiva-net platform aims to develop an analysis of the current situation of artistic practices on the web from various theoretical and critical perspectives. It will comprise a set of seminars, a series of communications chosen from a public call for proposals, and debate sessions. Throughout the meeting, many topics will be addressed including questions such as: Can we speak of a second epoch in net.art? What do the new art forms based on on/off-line hybridization contribute? What critical reflection do new manifestations of digital creations in networks offer us? What are the new relations between creation and dissention?

Themes for the meeting

  • The evolution of artistic creation on the Internet, seen from the perspectives of Art History and Criticism, Aesthetics, Anthropology and Communication Theory.
  • Net.art in the Latin American context.
  • Net.art: criticism and curatorship. Recent initiatives and fundamental paths in the development of curatorship.
  • New orientations related to institutions that manage the world of art and online artistic practices. The phenomenon of their disappearance from biennales and major international contemporary art exhibits.
  • Beyond the Internet. From “net.art” to the new hybrid forms of “networked art”. From the computer screen to new portable networked devices.
  • Developments in software art on Web 2.0.
  • Artistic approaches related to the semantic web.
  • “Amateur” audiovisual creativity in social networks.
  • Blog-art. Artistic thought in experimental appropriation of blogs.
  • Artistic proposals and metaverses. 3D social networks as new spaces for artistic intervention.
  • The social and critical dimension of artistic practices on the Web. New developments in the relationship between art and online activism.
  • The creative dimension of new social organizational behaviour through networks: from “flash mobs” to politicized “swarming”.

Re:akt! O dia em que São Paulo parou

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RE:akt! | reconstruction, re-enactment, re-reporting 

[intermedia group exhibition] 

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RE:akt! confronts current ideological and intellectual canons, power structures, policies, and distribution channels by re-enacting selected historical and culturally-relevant events. 

 

MNAC – National Museum of Contemporary Art Bucharest 

January 22 – March 13, 2009 


ŠKUC gallery, Ljubljana 

March 25 – April 17, 2009 

 

MMSU – Museum of Modern and Contemporary Art Rijeka 

May 22 – June 21, 2009

 

Artists: Lucas Bambozzi, Vaginal Davis, Quentin Drouet, Janez Janša, Janez Janša, Janez Janša, Eva and Franco Mattes (aka 0100101110101101.ORG), Bor Pungerčič, Dejan Dragosavac Ruta, SilentCell Network (Mare Bulc, Janez Janša, Bojana Kunst, Igor Štromajer) 

Curator: Domenico Quaranta 

Book: 

Editor: Antonio Caronia 

Texts: Antonio Caronia, Domenico Quaranta, Jennifer Allen, Rod Dickinson, Jan Verwoert 

Language: English 

Release: february 2009 

Publishing and distribution: fpeditions www.fpeditions.com 

N. of pages: 144 (64 b/w, 80 colour) 

Format: 150 x 21 mm 

see videos:

exhibition: