Category Archives: PARTICIPAÇÕES

ÚLTIMO SUSSURRO

A série de trabalhos Último sussurro (2017) aborda sistemas de comunicação anacrônicos e distópicos, permeados por tecnologias disruptivas e em obsolescência prematura. São poéticas possíveis que rompem com a lógica da inovação, apontando dissonâncias em meio à cultura da mediação. Em diálogo com a série estão trabalhos recentes em vídeo, como Redemoinho e Queda, ambos também de 2017, exibidos em um painel com telas LCD de diversos tamanhos e que, ao retratar situações de tormenta e leveza, sugerem formas de apaziguar as ansiedades associadas à velocidade da informação ao nosso redor.

 

O Último Sussurro são falas que desaparecem, que se tornam obsoletas mas que falam também da velocidade da informação ao nosso redor e a necessidade de percebermos as ideologias implicadas nos meios de comunicação e nas tecnologias nesse momento.

 Série Último Sussurro (2017)

 

 

ULTIMO SUSSURRO foi apresentado como um SOLO PROJECT durante a SP ARTE 2017 através da Galeria Emma Thomas, com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas, de 06 a 09 de abril.

 

 

    

> veja mais na página do projeto

O Gabinete de Alice em São Paulo

O Gabinete de Alice é uma instalação imersiva que convida o público a vivenciar situações sensoriais através de meios audiovisuais associados a recursos de interação física e gestual.  O projeto é materializado em uma cabine onde imagens e gráficos respondem à presença e interações do púbico. Sons, padrões visuais, pulsações luminosas e sensores de movimento conduzem o visitante em uma viagem narrativa pontuada por diferentes intensidades. É uma obra de caráter experimental que explora algumas formas possíveis de condução da percepção, que surgiu de uma confluência entre campos distintos, unindo experimentações em artes visuais, mídias interativas e estudos sobre o movimento e fisiologia do corpo.

A primeira versão da instalação foi montada em 2014 na Galeria do Jardim no Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória, em Salvador. A versão original do projeto foi idealizada por Lucas Bambozzi, Laura Campos, Ale Duarte e Joaozito Pereira. Em 2016 uma nova versão é apresentada na Caixa Cultural em São Paulo.

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Projeto contemplado pelo Edital de Artes Visuais do Fundo de Cultura da Bahia (2014) e pelo edital de patrocínio da Caixa Cultural (2015-2016).

+ informações na página do projeto aqui (em português e inglês) e nos eventos e páginas criadas no facebook: em Salvador e São Paulo

FICHA TÉCNICA

Idealização: Ale Duarte, Joãozito Pereira, Laura Campos e Lucas Bambozzi

Coordenação Geral: Laura Campos e Lucas Bambozzi

Desenho de cenografia e montagem: Joãozito Pereira

Direção de imagens, interatividade e conteúdo: Lucas Bambozzi

Consultor e pesquisador em fisiologia e educação do movimento: Alexandre Duarte

Design gráfico: Julio Dui

Assessoria de imprensa: Lilian Michelan (São Paulo)

Montagem e cenografia: Blade (Salvador), Elástica/William Zarella (São Paulo)

Direção de montagem: Lanussi Pasquale (Salvador), William Zarella (São Paulo)

Local da exposição inicial: MAB – Museu de Arte da Bahia

Textos: Laura Campos e Lucas Bambozzi

Desenvolvimento tecnológico: Toni Oliveira, Javier Cruz e Guima San

Trilha sonora: Pedro Augusto Dias

Produção executiva: Tiago Tao e Marina Pinheiro

 

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COLEÇÃO DE BOLSO NA HIPER_ARTE

vídeo instalação com 10 TVs LCD . SESC SANTANA . 26/04 a 01/05 2016 

curadoria de Lali Krotoszynski e Rogerio Salatini

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Coleção de Bolso é uma série de trabalhos em vídeo que mostram obras renomadas e reconhecíveis de arte moderna e contemporânea, sendo manipuladas na tela de um dispositivo portátil e exibidas em telas LCD verticalizadas e disponibilizadas lado a lado no espaço expositivo.

As imagens das obras (listadas abaixo) são desfiladas uma a uma, em um fluxo dinâmico e ao mesmo tempo contemplativo (sem interações técnicas), remetendo à ideia de manipulação, de reorganização de um grande banco de imagens disponíveis na rede hoje.

As obras escolhidas tem o comum a imagem de corpos como elemento central. São representações que envolvem movimento, sempre mediados por tecnologias de reprodução.

São obras-ícones de arte do século XX (fases moderna e contemporânea) cujas imagens circulam facilmente pela internet como Étand Donnés e Nu Descendo a Escada nº2 do Duchamp, o vídeo I Am Making Art do John Baldessari, performances e caminhadas de Francis Alys, Relation in Space de Marina Abramovic e Ulay e Antropologia da Face Gloriosa de Arthur Omar.

A produção do trabalho envolve a ‘performatização’ de buscas das imagens na internet, utilizando-se um dispositivo móvel com tela de alta resolução, registrados em vídeo FullHD, com posterior edição para se obter um ritmo contínuo e ao mesmo tempo de forma a revelar variações e idiossincrasias guardadas no processo de passagem sucessiva das imagens. As imagens encontradas envolvem eventualmente releituras, obras correlatas e talvez erros derivados dos sistemas de busca.

O projeto aponta para aspectos distintos do funcionamento dos sistemas de busca, da disponibilização de imagens repetidas nas redes, fazendo referência à reprodutibilidade infinita dessas representações, quase sempre limitadas em termos de direito autoral, ou mesmo representadas por imagens que não variam muito. Ao mesmo tempo, o movimento de manipulação e passagem das imagens confere movimento e cinetismo às imagens, cujos referentes originais sempre envolvem movimento.

Concepção e direção: Lucas Bambozzi | Assistência: Julia Rodrigues  | Produção: Vanessa Lopes

Projeto comissionado para a exposição Hiper_arte no Sesc Santa, em abril de 2016, com curadoria de Lali Krotoszynski e Rogério Salatini.

Texto de apresentação da curadoria [espaço expositivo]

Ao passear por imagens de obras de arte moderna e contemporânea do séc. XX, aquelas mais icônicas, muito presentes na internet, nos deparamos com uma repetição de representações, com poucas variações diante do vasto banco de imagens disponíveis na rede hoje.

Seja pela estrutura dos sistemas de busca, seja por limitações impostas por direitos de uso dessas imagens, o que se vê é muito do mesmo.

O artista selecionou obras importantes ou icônicas, que abordam o corpo em movimento, em representações que sempre envolvem a mediação por alguma tecnologia de reprodução. E de certa forma, restitui-lhes algum movimento através do gesto, cada vez mais comum, de deslizar os dedos pelas telas touch de um celular ou de um tablet. O resultado é reproduzido em vídeos que confrontam corpo e imagem, o cinetismo nas obras e o movimento de procura.

Com isso, também acaba por atribuir novas possibilidades de olhar para cada uma das obras, e para o fluxo delas em repetição, na configuração particular que adquirem no espaço expositivo.

 

Obras visitadas :

Nude descending a staircase (1912) Marcel Duchamp

Étand Donnés (1946-1966) – Marcel Duchamp

Slow Angle Walk (1967) Bruce Nauman

I am Making Art (1971) John Baldessari –

Sometimes Making Something Leads to Nothing (2005) – Francis Alys

As senhoritas de Avignon (1907) Pablo Picasso

Relation in Space (1976) Marina Abramovic e Ulay

Self portraits – Lucian Freud

Self portraits – Andy Warhol

Self portraits – Mapplethorpe

Suspensions (1984 – 2002) Stelarc

Antropologia da face gloriosa (1997) Artur Omar

Design e Conspiração: ziguezagues entre Arte e Filosofia

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A partir da proposição de Vliém Flusser sobre significações do design como TRAMA, ESQUEMA MALIGNO [relativo à ASTÚCIA, FRAUDE e SIMULAÇÃO] o projeto propõe ampliar conexões e subverter concepções assépticas e mercadológicas.

EXPANSÕES TEÓRICAS E PRÁTICAS . PROCESSOS DE CRIAÇÃO . PERSPECTIVAS POÉTICAS, ESTÉTICAS e POLÍTICAS.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

29/03 – OFICINAS TRANSITIVAS – Universidade Anhembi Morumbi – Campus Morumbi
09H às 12H _ Caixa de truques e ferramentas_ Karlla Girotto (20 vagas)
14H às 18H _ Pop-up / cartões tridimensionais _Guto Lacaz (20 vagas)
14H às 17H_Imagens do Sentir_Leila Reinert (20 vagas)

30/03 – ziguezague de ABERTURA / CONVERSAS TRANSVERSAIS – Itaú Cultural
9H_ Registro para envio de certificados
9H30_ Abertura DCzz _ Ana Paula de Campos e Cristiane Mesquita
10H às 12H_ Gavin Grindon / André Mesquita
14H às 16H_ Juliano Pessanha / Vinicius Spricigo

31/03 – CONVERSAS TRANSVERSAIS – Itaú Cultural
9H às 12H_ Peter Pál Pelbart / Rosane Preciosa / Silvio Mieli
14H às 16H_ Ligia Nobre / Lucas Bambozzi

MOLA / GRUPO DE ESTUDOS E ACOMPANHAMENTO DE ARTISTAS

Impressão

O projeto MOLA, criado por Lucas Bambozzi e Fernando Velázquez surgiu como uma proposta de realizar encontros semanais, em um formato que se aproximava de um grupo de estudos e de acompanhamento de artistas. A ideia foi juntar interessados em um aprofundamento das questões que envolvem campos como arte, ciência e tecnologia. O nome inicial seria a palavra grega Techné, que etimologicamente remete à técnica do fazer, a uma habilidade manual artística, ou simplesmente arte. Apesar da amplitude de significados sugeridos pelo termo, utilizá-lo com título de um grupo parecia fazê-lo pautado estritamente por abordagens técnicas.
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A vontade de flexibilização de possibilidades, de adequação de metodologias de pesquisa a contextos mais ou menos específicos, envolvendo diferentes tecnologias, tanto analógicas como digitais, levou à utilização do termo MOLA para definir as intenções mais abertas e permeadas pelas experiências dos próprios participantes. Foi mais ou menos assim que o MOLA foi pensado, inicialmente junto à galeria Fauna em 2014 e posteriormente como parte da Escola Entrópica, no Instituto Tomie Ohtake a partir de 2015.

Logo tornou-se uma proposta respaldada por encontros sistemáticos, onde a abordagem artística seria pautada por modelos práticos, teóricos e de análise compartilhada. A tradicional metodologia de acompanhamento de artistas acontece no MOLA em um processo de confluência horizontal, refletindo as aulas de Michael Asher na CalArts (módulo de crítica de arte no MFA da California Institute of the Arts), modelo segundo o qual o artista apresenta a sua produção, ou uma obra/processo em particular, gerando uma discussão aberta em círculo. No MOLA, a proposta é associar a leitura e análise coletiva de textos (modelo mais próximo da academia) a práticas criativas, tendo como contraponto o encontro com convidados em um formato palestra-debate. Como elemento de confluência destas interfaces estimula-se a troca de experiências sobre assuntos práticos do dia-a-dia do fazer artístico — e também nas fronteiras do campo da arte. Como sugere o subtítulo, a relação entre arte, ciência e tecnologia é abordada levando-se em consideração também a instabilidade dos meios, as resistências do circuito artístico a nichos tipicamente tecnológicos e outras derivações, geralmente paradoxais e permeadas por inquietações. As questões provenientes desse campo diante do sistema das artes serão enfrentadas em conjunto, em um processo que envolve também a adaptação do programa a questões e demandas que surjam do grupo.

 

Como funciona:

As práticas do MOLA às vezes partes de temas colocadas como desafios para os artistas. Em 2015 foram feitas investigações sobre as sobreposições entre arte e ciência. Os participantes foram estimulados a pensar projetos a partir de três visões: _ ciência popular e acessível, presente em toda parte; _ ciência como ficção, como especulação de futuro, como devir; _ ciência gerando distopia, equívoco, estranhamento, defeito, arte.

Em 2016 serão discutidos textos para propostas práticas em torno do conceito de Imaterialidade, envolvendo também questões suscitadas pelos próprios projetos dos artistas em relação ao tema.

Ao final do semestre há a possibilidade de uma exposição dos trabalhos, mesmo considerando que a maior parte da produção não é conduzida para este fim.

 

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Performance de Vic Von Poser, Herebert Baioco e Fernando TImba, em frente ao Instituto Tomie Ohtake

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Preparação de exposição do grupo MOLA

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Exposição de projetos e protótipos do grupo MOLA. Trabalho de Felipe Julian ao fundo.

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Trabalho de Herbert Baioco

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Trabalho de Fabia Karklin

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Detalhe do trabalho de Fabia Karklin, em exposição de final de semestre do MOLA, junto à Escola Entrópica,

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15 | ATÉ 27 DE FEVEREIRO

curadoria de Jacopo Crivelli Visconti . Maria Montero . Rafael Vogt Maia Rosa

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o trabalho participante na exposição:

MICRO-PRESENÇAS [O QUARTO DOS FUNDOS]

videomapping em maquete, 2010

Micro-ambiente em mutação contínua, formado por uma projeção mapeada sobre uma maquete em madeira. O quarto branco se transforma de acordo com as fases do dia e é habitado por elementos como uma cama desarrumada, um porta-retratos, uma possível sombra de árvores, uma garrafa no criado mudo, um livro caído no chão, variações de um quadro na parede – podendo ser de Cézanne, Edward Hopper ou Francis Bacon. Quarto dos Fundos é uma obra integrante de Presenças Insustentáveis, exposição individual de Lucas Bambozzi na Galeria Luciana Brito. É dos primeiros trabalhos que se tem conhecimento envolvendo técnicas de videomapping aplicados a uma obra de arte.

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Mobile Crash no Paço Imperial

Mobile Crash v3 . Medidor de Obsolescência

Paco Imperial . Rio de Janeiro

de 15 de outubro a 29 de novembro de 2015

Singularidades / Anotações
Rumos Artes Visuais . 1998-2013
curadoria de Aracy Amaral, Paulo Myiada e Regina Silveira

Mobile Crash Paço Imperial

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foto de Fernanda Bruno

Links:

_post sobre exposição no Itau Cultural

_página do evento no site do Paço Imperial

_página do evento no Facebook

_documentação em vídeo da exposição pelo Arte 1:

VISUALISMO [ARTE, TECNOLOGIA E CIDADE]

A primeira edição do Visualismo – Arte, Tecnologia e Cidade, aconteceu no Rio de Janeiro, em três etapas ao longo de 2015. A última etapa do ano foi entre 6 e 12 de setembro, em uma espécie de festival com 26 trabalhos apresentados em forma de projeção de vídeo em larga escala em espaço públicos (Parque Madureira, Central do Brasil e alguns prédios da Praça Mauá). É um projeto que trata das especificidades do contexto urbano, em ações para além da lógica dos espaços institucionais.

Fui convidado para fazer a curadoria dessa primeira edição, o que foi se mostrando um trabalho bastante amplo, envolvendo formatação de seminário, laboratórios de criação, acompanhamento de artistas, etc, em muitos processos de decisão, escolha (re)planejamentos e constante pesquisa. Tudo feito com muito prazer, com uma equipe incrível.

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VISUALISMO, SENSAÇÕES VISUAIS NA CIDADE
O espaço não é um dado fixo. Ele é moldado pelo uso. Que espaço é esse?

VISUALISMO coloca foco em manifestações artísticas que articulam novas sintaxes audiovisuais e se lançam para espaços abertos, adotando como suporte um pouco da imaterialidade da imagem em movimento, um pouco da arquitetura urbana, um pouco de uma arte em consonância com as tensões da cidade.

São experiências que refletem o uso expressivo de novas técnicas, afirmando formatos em processo, afetados por softwares de áudio e vídeo, pelas mudanças nas tecnologias de projeção de imagens em movimento, por possibilidades de articulação de tempo-espaço ainda em desenvolvimento,pelo diálogo com linguagens heterogêneas, estabelecidas ou não.Falamos de linguagens que não cabem dentro do esperado, que demandam uma nova atenção ao espaço à nossa volta,a partir da emergência de formatos que questionam a rigidez do acontecimento da obra em seus suportes ou ‘palcos’pré-definidos.

Pensamos na praça, na projeção ao ar livre, no prédio abandonado, nos habitantes em deriva, na heterogeneidade do centro da cidade, na tensão entre ideologias,na possibilidade de entendimento a partir de campos simbólicos abertos a interpretações,talvez menos dicotômicas.

Pensamos em zonas de intersecção, permeadas por pensamentos híbridos, quedariam novo vigor a uma configuração visual,entre arquitetura e imagem, que dariam conta de formatos que nem sempre se encaixam em estruturas previamente dadas.

VISUALISMO dá as boas-vindas a novos cinemas, a outras possibilidades de uma mesma essência cinemática. Antevê projetos experimentais que envolvemo suporte incerto como desafio, como parte da obra, e dá visibilidade ao espaço coletivo em que a obra acontece, em iniciativas que levam em consideração a realidade social de seu entorno.

VISUALISMO entende a cultura digital de nosso presente como um campo onde parece possível retomar modelos sinestésicos de percepção, potencializando os sentidos, brincando com seus cruzamentos, fazendo fluir mais livremente as linguagens que reverberam entre o corpo e o ambiente coletivo.

É isso: VISUALISMO aposta no ‘entre’ uma vez mais: entre a arte contemporânea e o cinema na praça, entre a tela limpa e aquela carregada de história, entre a convenção do espaço e o uso que se faz dele.

Lucas Bambozzi [curador – Visualismo]

mais: www.visualismo.com.br

 

Multidão na Bienal WRO

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O projeto MULTIDÃO está em exibição na WRO Media Art Biennale.

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MULTITUDE

Lucas Bambozzi (BR)
installation

project supported by Adam Mickiewicz Institute

Multitude deals with fear related to the unknown and the rise and fall of the sense of collectivity. The site- and context-related project for large screens depicts the conflict between high and low culture, the individual versus the collective and offers an insight into the individual’s condition as interactor in the field of art and technology.

The WRO Media Art Biennale is the major forum for new media art in Poland, and one of the leading international art events in Central Europe. Since its inception in 1989, WRO has been presenting art forms created using new media for artistic expression and communication, exploring current creative territories and building a critical perspective toward emerging issues in art, technology and society.

Over the years, the WRO Biennales have raised a variety of questions about creative approaches to new technologies and the creative crossover realms that arise where art and science, economics and social activism intersect.

 

The WRO Biennale is organized by the WRO Media Art Center Foundation and WRO Art Center.

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ÚLTIMO SUSPIRO [Exposição Adrenalina]

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Último Suspiro é uma instalação criada para exposição Adrenalina, no Redbull Station a partir de uma montagem anterior. Montada no subsolo do espaço expositivo a instalação é composta por um conjunto de 9 TVs que pulsam ruídos visuais e sonoros, de forma ritmada – como uma imagem “entranhada”, efeito colateral de sua condição eletrônica pré-digital. Retrato de precariedades e da obsolescência voraz nas tecnologias de imagens, emitem um “último suspiro” de raio catódico. Há algo de incômodo nesse refluxo, talvez por sermos testemunhas de uma arqueologia que opera em nosso presente (Para onde vão as coisas que não queremos mais?). Percebemos que algo ainda acontece nesse arsenal sucateado, enxerga-se um faiscar elétrico, as telas emitem lampejos, ouve-se uma pequena descarga, um possível curto-circuito, um último lampejar. O projeto foi pensado a partir da obra Curto-Circuito, criada originalmente para a exposição Sistemas Ecos (Praça Vitor Civita, 2014).

Sobre a exposição:

Exposição: Adrenalina, A Imagem em Movimento no Século XXI

RedBull Station – 14 de março a 5 de maio de 2015 . São Paulo

Curadoria: Fernando Velázquez

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Vídeo sobre a exposição com depoimentos de F. Velázquez, L. Bambozzi e H. Roscoe: http://redbullstation.com.br/adrenalina-video/

Equipe original do trabalho:

criação: Lucas Bambozzi

produção: Larissa Alves

desenvolvimento e cenografia: Leo Ceolin

versão original criada para a exposição Sistemas Ecos (2014), com curadoria de Sonia Guggisberg. Informações adicionais sobre esta exposição aqui.