Category Archives: EXHIBITIONS / EXPOSIÇÕES

Exhibitions, shows and screenings / Exposições e mostras

DO OUTRO LADO DO RIO no LAXART

LAXART

EXHIBITION WALK THROUGH
WITH CURATORS GLENN PHILLIPS AND ELENA SHTROMBERG

SATURDAY, DECEMBER 9 2:00 — 3:00 pm
At LAXART

SCREENING of
DO OUTRO LADO DO RIO (Across the River)
by LUCAS BAMBOZZI 

SATURDAY, DECEMBER 9 3:30 — 5:00pm
in the LAXART LOFT
Join Glenn Phillips and Elena Shtromberg, curators of Pacific Standard Time LA/LA: Video Art in Latin America, for a discussion and tour of exhibition highlights. Featuring more than 60 time-based works from over 19 countries, this show surveys groundbreaking achievements and important thematic tendencies in Latin American video from the 1960s to the present.

Following the walk through, LAXART will present a special screening of the documentary Do Outro Lado do Rio (Across the River) (2004, 88 minutes) by artist Lucas Bambozzi, whose video Oiapoque-L’Oyapock(1998, 10 mins) in the Borders and Migrations program is a prequel to this feature length film. Exploring the highly transited border between Oiapoque, Brazil and St. Georges de L’Oyapock, French Guyana, the artist documents the stories of Brazilians who are dissatisfied with the conditions they live in and seek to cross into the French territory laying just across the river.

This exhibition is curated by Glenn Phillips, Curator and Head of Modern & Contemporary Collections at the Getty Research Institute, and Elena Shtromberg, Associate Professor of Art History, University of Utah.

Pacific Standard Time is an initiative of the Getty with art institutions across Southern California. The presenting sponsor is Bank of America. Major support for this exhibition is provided through a grant from the Getty Foundation. This exhibition is organized in collaboration with the Getty Research Institute.

Image Credit: Lucas Bambozzi, Do Outro Lado do Rio, 2004, 88 min., courtesy of the artist.

LAXART
7000 Santa Monica Blvd.
Los Angeles, CA
90038
www.laxart.org

Press contact: Amy Hood; [email protected]

Periscópio . Espacio de Arte Contemporáneo . Uruguai

Espacio de Arte Contemporáneo, Montevideo, Uruguai. De 30 de novembro de 2017 a 25 de fevereiro de 2018

Obra participante: Coleção Particular (2016)

 

Andy Lomas, Anaisa Franco, Andrei Thomaz, Astrovandalistas, Edouard Fraipont,Fábia Karklin, Flatten, Flora Leite & Maura Grimaldi, Gabriel Menotti, Giselle Beiguelman, Guto Nóbrega, Felipe Julian, Herbert Baioco Vasconcelos, Jaime Alonso Lobato Cardoso, Henrique Roscoe, Julio Parente, Leandro Mendes VJ Vigas, Lucas Bambozzi, Matheus Leston, Michael Pelletier, Ricardo Carioba, Nurit Bar-Shai, Richard Garet, Roberta Carvalho, Sebastián Alíes, Simon Fernandes

DO OUTRO LADO DO RIO . Bienal Sur

Mostra de Vídeos e Cinema Expandido BIM em BienalSur: Território e Resistência

De: 4 a 9/10

Horários: 16h e 19h

Local: Sala Redenção – Cinema Universitário (Avenida Engenheiro Luiz Englert, S/N, Campus central da UFRGS)

Horários

Recordação

(Recollection | Palestina, Alemanha | 2015 | 70min) Direção: Kamal Aljafari

Recordação está composto inteiramente de sequências de filmes israelenses e estadunidenses rodadas na cidade de Jaffa entre as décadas de 1960 e 1990, principalmente do gênero denominado bourekas, que encenavam tensas relações românticas entre homens judeus mizrahi “toscos” e mulheres pertencentes às elites askenazis. Jaffa proporcionava o marco perfeito para construir novos relatos israelenses nas ruínas palestinas abandonadas. Como explica Aljafari, os palestinos fora “desarraigados na realidade e na ficção”. Em Recordação, todos os protagonistas são eliminados da metragem original, deixando um cenário vazio constituído pela cidade. Parece que alguém está retornando a Jaffa, como podia fazer a qualquer outro lugar depois de uma catástrofe. “Ele sabe tudo. Sou eu mesmo; meus avós que iam a caminho a Beirute e regressaram porque havia uma tormenta; um fotógrafo; uma combinação de todas as figuras marginadas. A memória mesma que filma. A memória de todo o cenário que resgata a tela”. Recordação indaga numa hipótese cinematográfica: como podemos voltar a frequentar e povoar o espaço num sono inquietante e febril?

04/10/17 – 16:00

09/10/17 – 19:00

Dial H-I-S-T-O-R-Y

(Bélgica | 1997 | 68min) Direção: Johan Grimonprez

Dial HISTORY é um filme de ensaio que percorre a história de sequestros de aviões como retratado na televisão convencional. Em contraste com um fundo de uma cronologia de sequestros de aviões, começando pelo primeiro sequestro de avião documentado em 1931, que foi inscrito imediatamente na arena política desde o primeiro momento. Dial HISTORY ilustra como os sequestros conseguiram progressivamente mais cobertura da televisão, que se fez mais e mais mortal. A natureza da televisão ao vivo permitindo um minuto a minuto atualiza o sequestro como uma situação desentranhada, apagando a linha entre o entretenimento e a tragédia. Questionando o papel do escritor numa sociedade saturada de imagens, a narrativa de Dial HISTORY é baseada num diálogo imaginário entre um terrorista e um romancista no qual o escritor considera que o terrorista sequestrou seu papel dentro da sociedade: “há um curioso nó que une os romancistas e os terroristas, há anos pensava que um romancista podia alterar isso. A vida interior da cultura. Agora os fabricantes de bombas e homens armados tomaram esse território”. Neste sentido, o tema subjacente mais profundo é que o sequestro dos sequestradores estava se transformando em si sequestrado pelas empresas de meios de comunicação. A obra estreou em 1997 no Museu de Arte Moderna de Paris Georges Pompidou e depois foi projetada na Documenta X de Kassel.

 

05/10/17 – 16:00

Do Outro Lado Do Rio

(Brasil | 2004 | 88 min) Direção: Lucas Bambozzi

Do Outro Lado do Rio é uma viagem aos limites do Brasil. Uma investigação sobre a área indefinida entre as cidades de Oiapoque (Brasil) e Saint Georges de L’Oyapock (Guiana Francesa), onde identidades são intercambiadas e um rio separa, simbolicamente, uma pessoa de seus sonhos.

Oiapoque é uma zona de intersecção entre o Brasil e a Guiana Francesa, a porta de entrada a uma nova vida em território francês. A cidade possui o maior fluxo migratório dentro das fronteiras brasileiras e dá conta de um mundo em estado de trânsito. As pessoas que vivem na região e suas histórias são o tema principal do documentário. Obstinadas, desconfiadas e inconformadas com as condições na Amazônia, estas pessoas buscam, sobretudo, a consolidação de um sonho tenaz, incerto e vago. Cheias de um notável espírito aventureiro e representativas de um tipo de Ulisses Amazônico contemporâneo, encontram-se no constante planejamento de sua Odisséia de uma terra sem fronteiras.

05/10/17 – 19:00

06/10/17 – 16:00

Toponímia

(Toponimia | Argentina | 2015 | 82 min) Direção: Jonathan Perel

Toponímia é o nome dado à disciplina que estuda a origem etimológica dos nomes dos lugares. O conjunto que Perel escolhe para analisar visualmente em seu filme é uma série de povoados no oeste da província de Tucumán, fundados pelo governo militar em meados dos anos setenta sob o projeto Operativo Independencia, que pretendia eliminar a guerrilha (principalmente do ERP, Exército Revolucionário do Povo) que operava nesta região. Justamente, os nomes escolhidos para estes povoados vieram de militares de alta patente mortos em enfrentamentos com a guerrilha. Com mínima contextualização histórica, limitada à revisão de documentos oficiais, Perel se volta para o registro da atualidade destes povoados e apela a uma estética tão austera quanto rigorosa: planos fixos de quinze segundos. Desta maneira, mostra como o tempo erodiu esta tentativa de imposição semântico-histórica, assim como a natureza e o esquecimento seguem apagando os traços da utopia que ali uma vez se tentou.

 

06/10/17 – 19:00

09/10/17 – 16:00

SynchroniCITIES: BXL – SP

Exhibition synchroniCITIES: BXL – SP at the gallery of Embassy of Brazil in Brussels.

Works by Gisela Motta & Leandro N Lima , Natalia de Mello , Lucas Bambozzi , Jacques Urbanska + Franck Soudan , Márcia Beatriz Granero, Ariane Loze, Marcelo Amorim, Charley Case, Fernando Velazquez, François Zajéga, Thomas Israel and Kika Nicolela (also the exhibition curator). 

WELT KOMPAKT? Last days

WELT KOMPAKT?

The exhibition, curated by Ursula Maria Probst, was nominated as Nr. 1 best exhibition in Vienna. More than 16.500 people had visited it. It features my piece Multitude (Favela da Maré, 2013), with about 50 participantes in a life size projection. It was shot for the exhibition Travessias in Rio de Janeiro, after a workshop at Observatório de Favelas, in the Mare complex. While screened in Vienna it promotes a sort of shift in its meaning, considering its reception by the public in the Museumsquartier, formed mainly by european tourists.

See Welt Kompakt info at Museumsquartier website here

Artists:
Lucas Bambozzi* (BRA), Fabiane M. Borges* (BRA), Marie Carangi* (BRA), Libidiunga Cardoso (BRA), Simone Carneiro (AUT/BRA), Pêdra Costa (BRA), Kadija de Paula & Chico Togni* (CAN/BRA), Giovanna Graziosi Casimiro** (BRA), Miss G (a.k.a. Giorgia Conceição) (BRA), Silvio De Camillis Borges* (BRA), Caetano Carvalho* (BRA), Maya Dikstein* (BRA/ISR), Ines Doujak (AUT), Fabiana Faleiros* (BRA), Female Obsession (GBR), Anna Jermolaewa (RUS), Jaime Lauriano (BRA)*, Daniel Lie* (BRA), Roberta Lima (BRA/AUT), MARSSARES* (BRA), Christian Kosmas Mayer (GER), Thais Medeiros* (BRA), Denise Palmieri (BRA), Dudu Quintanilha* (BRA), Camilla Rocha Campos* (BRA), Luiz Roque* (BRA), Juliana dos Santos (BRA), Axel Stockburger (GER), Giseli Vasconcelos* (BRA), Antoinette Zwirchmayr (AUT)

*Artists-in-Residence Q21/MQ

Curator: Ursula Maria Probst

trabalho de Axel Stockburger
trabalho de Jaime Lauriano
trabalho de Giovana Graziosi
trabalho de Lucas Bambozzi

 

ÚLTIMO SUSSURRO

A série de trabalhos Último sussurro (2017) aborda sistemas de comunicação anacrônicos e distópicos, permeados por tecnologias disruptivas e em obsolescência prematura. São poéticas possíveis que rompem com a lógica da inovação, apontando dissonâncias em meio à cultura da mediação. Em diálogo com a série estão trabalhos recentes em vídeo, como Redemoinho e Queda, ambos também de 2017, exibidos em um painel com telas LCD de diversos tamanhos e que, ao retratar situações de tormenta e leveza, sugerem formas de apaziguar as ansiedades associadas à velocidade da informação ao nosso redor.

 

O Último Sussurro são falas que desaparecem, que se tornam obsoletas mas que falam também da velocidade da informação ao nosso redor e a necessidade de percebermos as ideologias implicadas nos meios de comunicação e nas tecnologias nesse momento.

 Série Último Sussurro (2017)

 

 

ULTIMO SUSSURRO foi apresentado como um SOLO PROJECT durante a SP ARTE 2017 através da Galeria Emma Thomas, com curadoria de Luiza Teixeira de Freitas, de 06 a 09 de abril.

 

 

    

> veja mais na página do projeto

O Gabinete de Alice em São Paulo

O Gabinete de Alice é uma instalação imersiva que convida o público a vivenciar situações sensoriais através de meios audiovisuais associados a recursos de interação física e gestual.  O projeto é materializado em uma cabine onde imagens e gráficos respondem à presença e interações do púbico. Sons, padrões visuais, pulsações luminosas e sensores de movimento conduzem o visitante em uma viagem narrativa pontuada por diferentes intensidades. É uma obra de caráter experimental que explora algumas formas possíveis de condução da percepção, que surgiu de uma confluência entre campos distintos, unindo experimentações em artes visuais, mídias interativas e estudos sobre o movimento e fisiologia do corpo.

A primeira versão da instalação foi montada em 2014 na Galeria do Jardim no Museu de Arte da Bahia, no Corredor da Vitória, em Salvador. A versão original do projeto foi idealizada por Lucas Bambozzi, Laura Campos, Ale Duarte e Joaozito Pereira. Em 2016 uma nova versão é apresentada na Caixa Cultural em São Paulo.

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Projeto contemplado pelo Edital de Artes Visuais do Fundo de Cultura da Bahia (2014) e pelo edital de patrocínio da Caixa Cultural (2015-2016).

+ informações na página do projeto aqui (em português e inglês) e nos eventos e páginas criadas no facebook: em Salvador e São Paulo

FICHA TÉCNICA

Idealização: Ale Duarte, Joãozito Pereira, Laura Campos e Lucas Bambozzi

Coordenação Geral: Laura Campos e Lucas Bambozzi

Desenho de cenografia e montagem: Joãozito Pereira

Direção de imagens, interatividade e conteúdo: Lucas Bambozzi

Consultor e pesquisador em fisiologia e educação do movimento: Alexandre Duarte

Design gráfico: Julio Dui

Assessoria de imprensa: Lilian Michelan (São Paulo)

Montagem e cenografia: Blade (Salvador), Elástica/William Zarella (São Paulo)

Direção de montagem: Lanussi Pasquale (Salvador), William Zarella (São Paulo)

Local da exposição inicial: MAB – Museu de Arte da Bahia

Textos: Laura Campos e Lucas Bambozzi

Desenvolvimento tecnológico: Toni Oliveira, Javier Cruz e Guima San

Trilha sonora: Pedro Augusto Dias

Produção executiva: Tiago Tao e Marina Pinheiro

 

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Multidão em projeção dupla

31-05-16 MAX Minas Gerais Audiovisual Expo

Projeção dupla da obra Multidão, em que duas cenas distintas são colocadas frente a frente, em um confronto de postura e atitude. As projeções foram montadas na Praça da Estação, em Belo Horizonte, como parte da mostra “Lupa: ensaios audiovisuais” sobre a história do audiovisual e suas linguagens no Brasil e em Minas Gerais.

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Documentação em vídeo:

documentação informal no Facebook #1

documentação informal no Facebook #2

EXPOSIÇÃO “LUPA: ENSAIOS AUDIOVISUAIS”

31 de maio a 31 de julho

Curadoria de Fabíola Moulin e Marconi Drummond

Local: Museu de Artes e Ofícios (Praça Rui Barbosa, 600 – Centro) Belo Horizonte, MG

 

COLEÇÃO DE BOLSO NA HIPER_ARTE

vídeo instalação com 10 TVs LCD . SESC SANTANA . 26/04 a 01/05 2016 

curadoria de Lali Krotoszynski e Rogerio Salatini

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Coleção de Bolso é uma série de trabalhos em vídeo que mostram obras renomadas e reconhecíveis de arte moderna e contemporânea, sendo manipuladas na tela de um dispositivo portátil e exibidas em telas LCD verticalizadas e disponibilizadas lado a lado no espaço expositivo.

As imagens das obras (listadas abaixo) são desfiladas uma a uma, em um fluxo dinâmico e ao mesmo tempo contemplativo (sem interações técnicas), remetendo à ideia de manipulação, de reorganização de um grande banco de imagens disponíveis na rede hoje.

As obras escolhidas tem o comum a imagem de corpos como elemento central. São representações que envolvem movimento, sempre mediados por tecnologias de reprodução.

São obras-ícones de arte do século XX (fases moderna e contemporânea) cujas imagens circulam facilmente pela internet como Étand Donnés e Nu Descendo a Escada nº2 do Duchamp, o vídeo I Am Making Art do John Baldessari, performances e caminhadas de Francis Alys, Relation in Space de Marina Abramovic e Ulay e Antropologia da Face Gloriosa de Arthur Omar.

A produção do trabalho envolve a ‘performatização’ de buscas das imagens na internet, utilizando-se um dispositivo móvel com tela de alta resolução, registrados em vídeo FullHD, com posterior edição para se obter um ritmo contínuo e ao mesmo tempo de forma a revelar variações e idiossincrasias guardadas no processo de passagem sucessiva das imagens. As imagens encontradas envolvem eventualmente releituras, obras correlatas e talvez erros derivados dos sistemas de busca.

O projeto aponta para aspectos distintos do funcionamento dos sistemas de busca, da disponibilização de imagens repetidas nas redes, fazendo referência à reprodutibilidade infinita dessas representações, quase sempre limitadas em termos de direito autoral, ou mesmo representadas por imagens que não variam muito. Ao mesmo tempo, o movimento de manipulação e passagem das imagens confere movimento e cinetismo às imagens, cujos referentes originais sempre envolvem movimento.

Concepção e direção: Lucas Bambozzi | Assistência: Julia Rodrigues  | Produção: Vanessa Lopes

Projeto comissionado para a exposição Hiper_arte no Sesc Santa, em abril de 2016, com curadoria de Lali Krotoszynski e Rogério Salatini.

Texto de apresentação da curadoria [espaço expositivo]

Ao passear por imagens de obras de arte moderna e contemporânea do séc. XX, aquelas mais icônicas, muito presentes na internet, nos deparamos com uma repetição de representações, com poucas variações diante do vasto banco de imagens disponíveis na rede hoje.

Seja pela estrutura dos sistemas de busca, seja por limitações impostas por direitos de uso dessas imagens, o que se vê é muito do mesmo.

O artista selecionou obras importantes ou icônicas, que abordam o corpo em movimento, em representações que sempre envolvem a mediação por alguma tecnologia de reprodução. E de certa forma, restitui-lhes algum movimento através do gesto, cada vez mais comum, de deslizar os dedos pelas telas touch de um celular ou de um tablet. O resultado é reproduzido em vídeos que confrontam corpo e imagem, o cinetismo nas obras e o movimento de procura.

Com isso, também acaba por atribuir novas possibilidades de olhar para cada uma das obras, e para o fluxo delas em repetição, na configuração particular que adquirem no espaço expositivo.

 

Obras visitadas :

Nude descending a staircase (1912) Marcel Duchamp

Étand Donnés (1946-1966) – Marcel Duchamp

Slow Angle Walk (1967) Bruce Nauman

I am Making Art (1971) John Baldessari –

Sometimes Making Something Leads to Nothing (2005) – Francis Alys

As senhoritas de Avignon (1907) Pablo Picasso

Relation in Space (1976) Marina Abramovic e Ulay

Self portraits – Lucian Freud

Self portraits – Andy Warhol

Self portraits – Mapplethorpe

Suspensions (1984 – 2002) Stelarc

Antropologia da face gloriosa (1997) Artur Omar

15 | ATÉ 27 DE FEVEREIRO

curadoria de Jacopo Crivelli Visconti . Maria Montero . Rafael Vogt Maia Rosa

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o trabalho participante na exposição:

MICRO-PRESENÇAS [O QUARTO DOS FUNDOS]

videomapping em maquete, 2010

Micro-ambiente em mutação contínua, formado por uma projeção mapeada sobre uma maquete em madeira. O quarto branco se transforma de acordo com as fases do dia e é habitado por elementos como uma cama desarrumada, um porta-retratos, uma possível sombra de árvores, uma garrafa no criado mudo, um livro caído no chão, variações de um quadro na parede – podendo ser de Cézanne, Edward Hopper ou Francis Bacon. Quarto dos Fundos é uma obra integrante de Presenças Insustentáveis, exposição individual de Lucas Bambozzi na Galeria Luciana Brito. É dos primeiros trabalhos que se tem conhecimento envolvendo técnicas de videomapping aplicados a uma obra de arte.

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